Conheçam a Saga Vale dos Elfos.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Guerreiro Derrotado 2.


Hoje poderoso e forte
Eu voltei a ser.
Não tão forte
Quanto antes.
E nem tão destemido
E corajoso.

Mas aos poucos
Eu vou me recuperando.
As feridas vão
Cicatrizando-se,
E a força aos poucos
Ao corpo vai voltando.

A vida aos poucos
Começa a voltar.
E o corpo vai
Acostumando-se
A viver em dor.
E a alma vai
Conformando-se
A viver sem o amor.

Longe de mim, poder voltar
A me comparar
Com um Deus do Olímpo.
Nem tão pouco
Com um grande guerreiro
Como Aquiles, filho de Peleu.
Mas com as forças
Que recuperei
Já sou capaz
De voltar a lutar.

Lutar pelo que eu quero.
Lutar para reconquistar
A minha amada.
Lutar para que ela
Volte a me amar.
Ou então viver
Por toda a vida
A lhe esperar.

Assim é a vida
De um Guerreiro Derrotado,
Que da vida
Nada mais
Pode esperar.


Átila Siqueira.


"Esse não é um dos meus melhores poemas, na verdade, considero um dos piores, mesmo assim, resolvi postá-lo aqui, já que postei o seu antecessor.

Aproveito a oportunidade para divulgar um espaço literário muito interessante, chamado Literatura em foco, que abre espaço para diversos autores. Vale a pena conferir.

E continuo a oferecer o meu livro o meu livro, Vale dos Elfos 1, para quem desejar um exemplar com dedicatória. Basta entrar em contato comigo pelo meu e-mail: atilasiqueira1@yahoo.com.br".

4 comentários:

Mai disse...

Olá, Átila. Eu li o primeiro dos 'guerreiros' e agora o continuum...
Não importa estar mais forte ou fraco, corajoso ou nem tanto... Importa ir sendo... Somos duais e guerreiros aqui, são pessoas, frágeis por vezes e fortes quando sobreviver for preciso.

Abraços, amigo guerreiro.
Sucesso!!!

Márcio Vandré disse...

Porque toda queda significa um aprendizado.
Porque todo aprendizado nos torna mais sábios.
Resta pegar a espada e apontar para o norte.
Guerreiros derrotados não têm história para contar.

Ariana disse...

É o que eu estou precisando fazer! LUTAR!

Lindo poema!

Beijo

Phoenix disse...

"Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida: Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos,
Só pode exaltar."
(Canção do Tamoio - Gonçalves Dias)

Adoro-te, meu amigo querido.