
Uma estrela de esperança
Brilha em nosso céu,
Seu brilho vermelho
Fica cada vez mais forte,
Mesmo com a tentativa
De ofuscá-lo
Feita pelos opressores
Que tratam os trabalhadores
A pão e fel.
Não queremos só suas escolas técnicas,
Muito obrigado,
Ó tucano falastrão,
Nós queremos principalmente é o banco
Das universidades,
Queremos distribuição de renda,
Criação de empregos dignos,
Aumento de salários
E a continuação
Dos oito anos de trabalho duro
E de justiça social
Realizados pelo nosso amado
Presidente operário.
Tínhamos medo do fim desses anos
Em que o Brasil foi tão bem governado,
Governado para os trabalhadores
E não para meia dúzia
De empresários e latifundiários.
Mas então surgiu a estrela
Da esperança,
Defensora da justiça social,
Continuadora do trabalho
Iniciado por Lula,
Nossa candidata Dilma Rousseff,
Que há de vencer e continuar
O governo dos trabalhadores,
Onde somos tratados
Com dignidade, com respeito,
Como nunca havíamos sido antes
Na história desse país
Dominado até então pelos nossos opressores.
Lutemos, companheiros,
Em prol da classe trabalhadora,
Pela ampliação dos avanços
Que conquistamos nesses últimos
Oito anos.
Cabe a nós, trabalhadores
Continuarmos essa luta,
Ao lado de Dilma Rousseff,
Cabe a nós mudarmos
E melhorarmos mais ainda esse país,
Levando a igualdade social,
O fim da exploração,
O desenvolvimento com distribuição de renda
E ensino superior para todos.
A estrela da esperança
Brilha mais uma vez,
Com Dilma Rousseff
A continuar o trabalho de Lula,
Aquele que governou para os trabalhadores,
Aquele que governou para o povo
Como ninguém no Brasil jamais fez.
sábado, 21 de agosto de 2010
Dilma Rousseff
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quarta-feira, 28 de julho de 2010
Vale dos Elfos 2.
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sábado, 17 de julho de 2010
Escrever um poema.
É como pintar um quadro.
Tudo deve ser feito com
Muita atenção e cuidado.
E assim, como o pintor não pode
Apenas jogar as tintas na moldura,
O poeta não pode desferir
Palavras para todos os lados.
As palavras devem se encaixar
Como um quebra-cabeças,
Cada letra e vírgula em seu devido lugar
Para dar o sentido certo
Daquilo que se quer ali expressado.
Imaginem se D’avinci tivesse trocado
A cabeça da Dama do Arminho
Com a do animal em seu colo,
Ou a tivesse feito com nariz de palhaço?
O mesmo ocorre com a poesia,
Ela deve fazer sentido, mesmo quando
O sentido dela é não fazer sentido,
E cada coisa deve estar em seu devido lugar,
Todos os seus componentes
Devem estar devidamente encaixados.
Assim se constrói uma boa poesia.
Não foi jogando o pincel sobre o quadro,
Que D’avinci fez a Monalisa,
E nem tão pouco foi soltando
Palavras desconexas e sem sentido
Que Homero escreveu a Ilíada,
Em versos tão primorosos
Que foram eternizados.
É preciso ao versejar,
A delicadeza do beija-flor,
E ao mesmo tempo
A destreza de um gato.
Trata-se de achar as palavras corretas,
Sem, no entanto, fazer com que
O conjunto da obra fique algo forçado.
O poema tem que ser
A libertação espontânea dos sentimentos,
Mas de uma forma que eles
Fiquem inteligíveis e organizados.
E mesmo quando a desordem
For à intenção,
É preciso que os versos
Não pareçam estarem quebrados.
O poema tem de sair
De dentro da alma,
Tem que ser o sentimento libertado.
O poema para o poeta
Tem que ser como é para uma mãe,
A vida do seu filho amado.
O poema tem que ser intenso e forte,
E ao mesmo tempo totalmente delicado.
Um poema tem que ser
A flor única sob a montanha,
Tem que ser o tesouro mais precioso
E mais bem guardado.
Um poema tem que ser feito
Com liberdade, e, ao mesmo tempo,
Com dedicação e afinco,
Tem que ser arte de qualidade
E não besteiras ditas ao vento
Por algum desvairado.
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Átila Siqueira.
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domingo, 27 de junho de 2010
Em memória de Michael Jackson.
Mas de uma loucura
Extremamente brilhante.
Revolucionava
Tudo a sua volta,
E buscava sempre
Criar coisas novas
A todo instante.
E não importa o quanto
Se era possível criticá-lo
Por seu jeito extravagante.
Ele foi aquele
Que mudou de cor,
Que levou os negros
Para a tv,
E depois acabou
Ficando branco.
Ele foi aquele acusado
De abusar de crianças,
E foi também aquele
Que balançou
O próprio filho
Na varanda de um prédio
Gerando críticas
Por essas extravagâncias.
E tudo o que ele fazia
Era motivo de polêmica,
Mas a verdade
É que ele sempre foi
Um grande artista
Desde sua infância.
E assim era Michael,
O garoto prodígio
Que encantou todo o mundo
Com a sua voz
E a sua dança.
Michael era o homem
Que era capaz de perder
Sua fortuna,
Sem perder a esperança.
De nos marcar profundamente,
De marcar uma época,
Uma geração,
Várias gerações,
E de ir embora
Nos deixando querendo mais
Em meio a boas lembranças.
Um dos maiores
Artistas do século XX
Que o mundo agora
Terá de aprender
A sem ele ficar.
E sua genialidade
É digna de aplausos,
De reverências,
E talvez sejam essas
As melhores formas
De o reverenciar.
Tantos anos
Dedicados à arte,
E tantas músicas lindas
Que não nos cansa
De emocionar.
E o mais impressionante
É que pouco antes
De sua morte,
Uma hora antes,
Eu o estava a escutar.
Escutava uma das músicas
De sua infância
“Music and me”
A qual sempre escuto
E fico a apreciar.
Todos sentirão saudades
Das loucuras,
De seu talento,
De suas excentricidades,
Tão típicas dos grandes artistas
Que parecem vir ao mundo
Para nos impressionar.
E eu queria saber
Escrever melhores versos,
Para um astro como ele,
De quem há muito sou fã
Poder me despedir
E poder homenagear.
Átila Siqueira.
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Átila Siqueira.
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sábado, 5 de junho de 2010
Paz, noite, chuva fresca, silêncio e orquestra.

A chuva cai e Beethoven toca,
E é noite e o vento passa por mim
Em uma brisa que minha alma se solta.
É uma noite de chuva
Extremamente gostosa.
E como eu amo a chuva e o vento frio,
O relâmpago ao longe,
E não entendo quem não gosta.
E eu tenho a convicta certeza
De que se todos os dias fossem assim
Minha vida seria
Mais agradável e prazerosa.
E eu agora estou aqui extasiado
Ouvindo a chuva caindo no telhado,
Enquanto um violino magnífico e belo
Elegantemente toca.
E esse silêncio quebrado pela chuva,
E pela orquestra que interpreta Beethoven,
Me faz sentir bem, em paz,
Como se eu interagisse
Com algo grande e celeste,
Junto com esse frescor que me afoga.
E o cheiro da terra lavada pela chuva
Toma todo o ar,
O relâmpago distante me faz pensar,
E eu desejo que o tempo pare,
E que essa paz de Shangri-lá
Nunca vá embora.
E o solista continua forte
Com o seu violino,
E o céu nublado e elegante
Para mim se mostra.
E é um espetáculo
Tão belo e divino
Que sinto-me como se eu flutuasse,
Desejando que a chuva não pare
E continue vigorosa,
Adocicada e mimosa.
E Beethoven continua a tocar,
A chuva continua a cair,
E eu continuo a sonhar,
E o relâmpago no céu continua a bradar.
E peço aos Deuses
Para esse espetáculo e essa paz
Nunca mais acabar.
E o vento entra tão agradável
Pela porta à dentro,
E me faz ficar aqui deitado, escrevendo,
Nesse momento feliz em que a orquestra
E os violinos tocam com força e sem parar.
E eu sei que eu escreveria
Mil poesias se os dias fossem assim,
Todos eles, dias de chuva
Sem o sol para me atrapalhar.
Eu gostaria que não houvesse mais dia,
Mas somente noite, e chuva fresca,
Vento agradável, poesia adorável,
E Beethoven e Chopin,
Dentre outros, para me encantar.
Átila Siqueira.
"Aproveito a oportunidade para divulgar a revista digital de literatura fantástica criada por diversos amigos escritores, em um belo trabalho em conjunto: Revista digital Fantástica."
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Átila Siqueira.
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domingo, 16 de maio de 2010
Poema que me tornou escritor.
Me fez escritor.
Naquele dia em que eu fiz
Os meus primeiros versos
De lobo solitário,
Nem sei bem porque,
Mas em meu peito
Brotava solidão e dor.
Queria que minha vida
Fosse diferente do que era,
E que ela tivesse algum sentido,
E não fosse só mais
Um conjunto de dias sem sabor.
Queria que tudo se tornasse verso,
Se tornasse arte, fosse pura intensidade,
E se tornasse algo maior do que eu,
Mas sem perder
A essência de meus sentimentos
E a humildade de um puro amor.
Naquele dia em que eu me tornei
Um escritor,
Creio que minha alma
Cresceu, se expandiu
E desabrochou como uma flor.
E daquele dia em diante
Não pude mais parar de escrever
E nem deixar de ser aquilo que sou.
Eu sou um artista das letras,
E vivo imerso no mundo das artes,
Que muito cedo me conquistou.
Talvez escrever tenha
Se tornado um vício,
E do ócio construtivo de Aristóteles,
Tenha se tornado puro labor.
Mas procuro pensar que não,
Que ainda sou
Um entusiasta das letras,
E a bem verdade, creio que ainda sou.
Amo sentar para escrever,
Me empolgo com cada idéia
Que eu tenho,
E escrevo até mesmo sem perceber,
E quando vejo um caderno que estava vazio,
Olho de novo e eu
Já o enchi, e ele já se acabou.
E continuo a ser o mesmo lobo solitário
Dos primeiros versos que rabisquei,
Embora com o gosto bem mais refinado,
E com uma tendência mais niilista
E existencialista,
Que com o tempo me conquistou.
Hoje vivo em meio às letras,
Em meio a cadernos
Totalmente preenchidos,
E em meio a uma infinidade de livros.
Mas jamais me esqueço
De meus primeiros versos,
Enquanto eu matava aula
Nas escadas de minha escola,
Fugindo da aula de matemática,
Pois nele está a essência de tudo o que sinto.
Átila Siqueira.
"Quero aproveitar essa postagem para divulgar o blog de minha amiga Elenir Alves. Lá ela divulga diversos trabalhos culturais. O blog é muito bonito e bem feito, e vale a pena conferir: http://www.caricaturadoautor.blogspot.com/.
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terça-feira, 30 de março de 2010
Resenha de Ethernyt, a guerra dos anjos.
A história começa com um ar de livros policiais, com um assassinato em uma mansão, tendo nessas mortes a característica de um ritual de satanismo. No entanto, o enredo começa a enveredar por caminhos diversos, com o surgimento de um homem sem memória, que parecia saber sobre os assassinatos. Dessa forma, o agente da polícia Federal, designado para o caso, começa a investigar, em conjunto com uma agente francesa, uma vez que uma das pessoas mortas na mansão foi um embaixador francês, em conjunto com a sua esposa.
Assim, o homem sem memória sofre uma tentativa de assassinato, e começa a se descobrir a existência de duas seitas, uma de indivíduos que se consideravam como Guerreiros da luz, e, outros, que eram adoradores de Lúcifer, sendo que os dois grupos lutam entre si. Nessas circunstâncias a trama se enche de mistério, e como os livros de investigação arqueológica, tal como Anjos e Demônios, e como os filmes de Indiana Jones, pois os personagens começam a seguir pistas dessas seitas secretas pelo mundo a fora, buscando respostas para os inúmeros mistérios que começaram a surgir.
E, por fim, os personagens acabam se encontrando em uma guerra entre Anjos e Demônios, sendo esse um conflito muito mais antigo que a própria humanidade. No entanto, também se descobre que os anjos e demônios não são os seres místicos das mitologias cristãs, mas sim, outras coisas, seres vivos diferentes dos humanos e a própria origem dos mesmos.
Assim, os personagens entram na guerra entre os anjos e demônios, sendo essa também uma guerra pelo destino do mundo, já que os dois grupos lutavam por uma arma biológica capaz de destruir todos os seres vivos existentes no planeta.
Além de um enredo fascinante e muito atrativo, o livro mostra uma construção intensa da personalidade de todos os personagens, além de uma grande variedade de cenas emocionantes, lugares históricos, conhecimento sobre a história, e, um conhecimento inusitado sobre armas, carros, e sobre equipamentos de guerra. Tudo isso, bem encaixado na história, o que lhe dá grande veracidade e vida, fazendo o leitor se prender a leitura do início ao fim.
Átila Siqueira.
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Átila Siqueira.
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20:49
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