
Odin,
Deus da morte,
Líder dos Deuses,
Deus da Guerra,
E Deus da magia.
Que trocaste um olho,
Por sabedoria.
Permitas,
Que eu lute a teu lado
No Ragnarok,
Naqueles que serão
Os últimos dias.
Dê-me a honra
Da morte em batalha,
Pois vivi
Minha vida com honra,
E agora não tenho mais nada.
Perdi meu tesouro
E vivo em ruína.
Restou-me a morte
Ou uma vida indigna.
Não posso pedir-lhe
Que me devolvas
Minha amada.
Mas posso pedir-lhe
Um dia de guerra
E uma morte honrada.
Dê-me a glória
De morrer
Por um nobre ideal,
E com espada e escudo
Nas mãos
Lutando contra o mal.
Que a vida
Se acabe nesse instante,
Que a tristeza
Não mais
Habite meu pobre semblante.
Que eu tenha descanso,
E vida honrada,
Em Valhalla.
E que por nem mais
Um instante
Eu pense com tristeza
Em minha eterna amada.
sábado, 11 de julho de 2009
Súplica a Odin.
Átila Siqueira.
"Hoje coloco esse poema aqui, creio também que não seja um dos meus melhores, mas acho que vale a pena ler assim mesmo, e eu não o queria deixar na gaveta para sempre.
Aproveito a oportunidade para continuar a oferecer o meu livro para quem desejar adquirir um exemplar com dedicatória. Basta entrar em contato comigo pelo meu e-mail: atilasiqueira1@yahoo.com.br
Quero também indicar um espaço literário que considero muito bom, chamado clã dos imortais, e deixo o endereço de minha página lá. Link".
Postado por
Átila Siqueira.
às
22:43
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Marcadores: mitologia nórdica; ragnarok, súplica a odin; guerreiro
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