segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Márcia.
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terça-feira, 7 de outubro de 2008
Sinopse e o mapa do meu livro, Vale dos Elfos.
A questão é que uma guerra se forma no sul, e suas proporções são terríveis. Os vampiros ameaçam as fronteiras, e todas as criaturas das trevas se mostram mais fortes e poderosas. E sente-se por toda parte que um novo poder surgiu entre as criaturas das trevas. Um poder tão grande que até então jamais foi visto, e se faz necessário uma resposta para derrotá-lo, a qual só o grande mago, que vive sobre a montanha, pode dar.
Átila Siqueira.
"Esse é o mapa e a sinopse do meu livro Vale dos Elfos: O Caminho para a Montanha do Grande Mago Ancião, Vol 1, que deve já estar disponível a venda a partir de segunda feira, dia 13/10/2008. Isso é só um apiritivo para os amigos poderem ter uma idéia do que vem pela frente. Em breve mostrarei a capa e o poema do final do livro.
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Átila Siqueira.
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21:52
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domingo, 5 de outubro de 2008
Selo Poetas e Pensadores.

Para aqueles que ousam
Pensar, ponderar,
E opinar sobre tudo.
Para aqueles que com a pena
Engatilhada no tinteiro
A usam como arma
Para descrever o mundo.
Para aqueles que
Discorrendo em versos
Falam por seus corações
E não deixam
Que seus sentimentos
Sejam escondidos
E fiquem mudos.
Um presente
Para homenagear
Pensadores e poetas
Que sonham e pensam
Para a humanidade
Um novo e melhor rumo.
Átila Siqueira.
Bom, com esse selo eu venho presentear alguns amigos desse blog. A poesia acima os descreve bem, como pessoas fantásticas que são. Agradeço a eles por sempre me visitarem e me insentivarem a continuar escrevendo.
O presente vai então para:
Jaya, do blog: Deixa eu brincar de ser feliz?
Beatrice, do blog: Ecos de Poesia e Literatura.
Glau Ribeiro, do blog: Anotações da Glau.
Dominique, do blog: Dominus.
Ana, do blog: Pensamentos da Poetisa.
Camila, do blog: Imensidadx3.
Pavitra, do blog: Metamorfraseando.
Mariana, do blog: Suave Coisa
Késia Maximiano, do blog: Japonês em Braile.
Édna e Kakau, do blog: Cheia de Manha.
Cristiane, do blog: Fragmentos de Mim.
Janaína S, blog: Mais um.
Lualves, do blog: Viagens e Visões.
L. Karina, do blog: Meu Cantinho.
Essa semana ainda quero fazer um agradecimento especial a Beatrice, do blog Ecos de Poesia e Literatura, que colocou um poema meu chamado Perdão em seu espaço. Muito obrigado Beatrice.
Peço também, que quando o selo for passado para frente, que vá junto com o poema, pois a poesia foi feita para definir o objetivo do selo, que não tem sentido se não estiver junto com os versos que o descrevem.
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Átila Siqueira.
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Canção de Algoz Domínio.
Onde cantava o sabiá.
Hoje tem
Coca-Cola e Mc Donalds
Que exploram nossos recursos
E que ao nosso povo
Não se cansam de roubar.
Minha terra era rica,
Mais rica
Que qualquer outro lugar.
Hoje o meu povo
Foi tão roubado e explorado
Que já não tem
Nem aonde morar.
O sabiá já não mais canta,
Pois a floresta onde ele morava,
Vieram os ianques e os militares
Com a trans-amazônica,
E não hesitaram em a derrubar.
Agora o pobre pássaro
Tornou-se proletário,
E ao invés de cantar
Sob a folha da palmeira,
Agora na cidade,
Como um escravo,
Tem que trabalhar.
Pobre povo brasileiro.
Pobre sabiá.
Explorados até a morte
Pelo mal estrangeiro
Que chegou do além mar.
Se Gonçalves Dias visse isso,
Com toda certeza
Não iria gostar.
Não iria gostar
Do que fizeram
Com as palmeiras,
Com o povo brasileiro,
E nem com o sabiá.
"Esse é o poema que vai sair na Câmara Brasileira de Jovens Escritores, na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 49º volume. Ela estará também disponível online no site:
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Átila Siqueira.
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domingo, 14 de setembro de 2008
Aqueu.
Da boca flamejante
De um imenso dragão,
Que já fez a terra arder,
Como se banhada
Pela fúria ardente,
Do líquido
De rocha quente,
Derramado pela boca
Do mais cruel
Dos vulcões.
Aqueu venceu a esse,
Já derrotara
Trolls e dragões.
Ainda criança derrotara
Um rinoceronte branco,
A qual se tornou
Seu símbolo,
E para tal feito,
Usaste somente suas mãos.
Aqueu liderou e unificou
O que veio a ser seu reino,
E salvou todo o seu povo
Da destruição.
Instaurou entre o seu povo,
A igualdade,
E puniu aqueles
Que exploravam os mais fracos,
Proibindo em seu reino,
A prática da servidão.
Aqueu
É um grande rei,
Aqueu
É um guerreiro honrado.
És filho do próprio
Deus Odin,
Do qual herdou
Toda a sua força,
E foi presenteado
Por esse,
Com suas poderosas armas,
E com Dracon,
O seu leal cavalo.
Perante a Aqueu
Poucos inimigos
Podem se manter,
Pois a fúria e a destreza
De seus ataques
Impõe a todos sua vitória,
E assim,
Todos a ele passam a temer.
Aqueu,
Com suas vestes negras,
Cavalga sobre o seu
Imponente e veloz cavalo.
Aqueu,
Com sua incrível força
Porta sua lança,
Enfrenta a espada inimiga,
Parte seus escudos
E não teme as setas
Que provém de seus arcos.
Com sua lança ele transpassa
A espessa escama de pedra
Dos trolls,
Como se de um ovo
Ele quebrasse
Sua frágil casca.
Aqueu,
Semi-Deus,
Filho de Odin.
Herói de nobre estirpe,
E de coragem rara.
Não teme
A nenhum inimigo,
Seja esse vampiro, harpia,
Ou qualquer outro,
O qual ele caça.
E assim,
Todas as criaturas das trevas
O temem,
Por onde ele passa.
sábado, 6 de setembro de 2008
A árvore do amor.

O amor
É uma planta bela
Que quando em vida
E esplendor,
Dá de seus ramos
As mais lindas, saborosas,
E cheirosas frutas,
E em seu topo,
A mais deslumbrante
E majestosa flor.
Mas o amor,
Ao mesmo tempo
É planta forte,
Resistente e indomável
Como o cacto,
E frágil e passível a morte
Como as orquídeas
E as outras plantas
Que não resistem
Ao excesso de umidade
Ou de calor
E pode
Se tornar ressaibo.
Assim,
O amor é uma planta
Que tem de ser
A todo instante cuidada.
Deve receber atenção
E ter terra
Sempre em bom estado,
E ao mesmo tempo
Deve ser
Com água cristalina
Sempre regada.
E se tais cuidados
Não forem tomados,
Logo os frutos caem podres
E a flor que era a mais bela
Em esplendor,
Cai no chão ressecada.
E seus galhos,
Que antes eram fortes,
Verdes, altivos, garbosos,
Com ar nobre e fidalgo,
Ficam totalmente
Feios e sem vida
E totalmente murchos.
Totalmente estiolados.
E da planta não brota
E não nasce mais beleza,
Mas sim,
Só agrura e aspereza.
E tudo que era bom
Enquanto era bem tratado,
Ao se deixar largado
Torna-se a mais louca
E dolorosa
Amargura e frieza,
Devido à falta de cuidados.
Assim,
A árvore do amor
Deve ser sempre tratada,
Caso contrário,
Ela se torna murcha, seca,
E morre de fraqueza.
E aqueles que outrora
A cuidavam
E que eram agraciados
Com a felicidade e a beleza,
Perdem a dádiva que tinham
E caem na escuridão,
Cada qual separados,
E na solidão,
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domingo, 17 de agosto de 2008
Melífluo Beijo
Tempestade, lua cheia escondida,
Vento forte e gelado,
Nimbo que vem e deságua.
Noite triste
De tormento e agrura.
Noite inteira de solidão.
Lembrança do melífluo beijo
Da mulher amada.
Saudade de poder abraçá-la.
Saudade da vida
A seu lado.
Pesadelos
De grande tormento.
Eu acordo
Com o corpo suado,
Procurando você
Ao meu lado.
Descubro que
Aquele sonho ímpio,
Tornou-se realidade.
Coloco a cabeça
Entre os joelhos
E sinto-me estiolado.
Sinto-me como um precito
Indo de encontro ao carrasco.
Sinto a morte
Sentada a meu lado.
Sinto um aperto no peito
E derramo mil lágrimas
Em meu pequeno
Quarto apertado.
Sofro por ter
Lhe perdido.
Sofro por ti, minha bela lady,
Ter me deixado.
E peço a minha amiga morte,
Que me vela sentada a meu lado,
Que acabes com minha agrura
E que dê paz
A um pobre homem
Que já não tem
Nessa vida mais nada.
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Átila Siqueira.
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